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Lançamento de livro: Casa Inteligente para Arquitetos

Se você atua como arquiteto, designer de interiores ou em atividades desta área, deve já ter se perguntado: Como integrar automação residencial aos meus projetos, aumentar honorários e me posicionar à frente do mercado?

Neste livro em lançamento, você vai encontrar muitas respostas!

A automação residencial deixou de ser tendência e se tornou um diferencial competitivo decisivo na arquitetura contemporânea. Milhões de residências brasileiras já demandam tecnologia, mas apenas uma parcela mínima dos arquitetos domina, de forma estratégica, esse universo.


O resultado?

Projetos subvalorizados, dependência de terceiros e perda de protagonismo para integradores e fornecedores.

Este livro foi escrito para mudar esse cenário.

Casa Inteligente para Arquitetos”, de Cláudio Schüller, reúne mais de 20 anos de experiência prática em projetos residenciais reais, oferecendo um roteiro claro, aplicável e alinhado à realidade do mercado brasileiro. Não se trata de um manual técnico excessivamente complexo, mas de um guia para arquitetos que desejam liderar projetos de casas inteligentes com segurança, autonomia e visão de negócio.

O que você vai aprender:
  • Como incorporar a automação desde o briefing, integrando tecnologia, arquitetura e experiência do usuário
  • Quais sistemas realmente importam (iluminação, climatização, segurança, A/V e conectividade) e como especificá-los corretamente
  • Como dialogar com integradores e engenharias sem perder controle técnico do projeto
  • Como estruturar propostas de automação para diferentes faixas de orçamento, do padrão ao alto luxo
  • Como transformar automação em novos serviços, ampliando honorários e posicionamento profissional
  • Como se tornar referência para seus clientes, agregando valor percebido e autoridade técnica
Este livro é indicado para arquitetos, designers de interiores, engenheiros e estudantes que entendem que o futuro da arquitetura passa pela tecnologia — e que quem domina essa integração projeta melhor, cobra melhor e se diferencia mais.

A automação já faz parte dos projetos mais valorizados do mercado.
A decisão agora é simples: participar como protagonista ou continuar como coadjuvante.

Para conhecer mais detalhes e adquirir o livro, clique na imagem a seguir:





Automação residencial promove nova experiência do morar e facilita as tarefas diárias

 Fonte



Designer de interiores Giseli Koraicho aborda a utilização de recursos tecnológicos para o desenvolvimento de projetos de casas inteligentes

A tecnologia está cada vez mais presente na vida cotidiana das pessoas, inclusive dentro de casa. O que antes parecia um pensamento tão futurista passa a ser realidade por meio dos sistemas de automação residencial que permitem programar equipamentos para que realizem suas funções no momento desejado.


Experiente na realização de projetos de design de interiores aliado às novas tecnologias, a designer de interiores Giseli Koraicho, do escritório Infinity Spaces, afirma que o recurso aproxima, simplifica e possibilita ao morador mais tempo para o que realmente importa. Por isso, responde algumas perguntas sobre como usar a automação em casa.

1. O que pode ser automatizado dentro de casa?

Em linhas gerais, tudo o que permite conectividade com a energia elétrica pode compor o projeto de automação da residência. Desde a chegada, com a acesso à garagem, a programação para a abertura e fechamento de portas, cortinas e persianas, controle de ar condicionado, câmeras de segurança e iluminação podem ser acompanhadas e executadas por meio do sistema de gerenciamento.

“Tudo é pensado para trazer praticidade, comodidade, segurança e, inclusive, economia de recursos, como a energia elétrica”, relaciona a profissional.

Giseli ainda explica que a automação deve ser pensada e realizada durante a execução do projeto dos ambientes, pois assim é possível promover as adaptações para as instalações e equipamentos. “Se decidida posteriormente, é bem provável que sejam necessárias pequenas reformas para organizar tudo com segurança e não deixar a estrutura aparente”, completa.

2. Tarefas domésticas programadas e mais fáceis

Uma casa inteligente possibilita confortos até então inimagináveis, como ter a cafeteira programada para passar, de forma remota, o café. Imagine que você passará o dia fora, por conta de compromissos profissionais, e sabe que em determinada hora o sol bate mais forte na sala de estar e é preciso ter a persiana fechada para proteger os móveis.

A oportunidade de acionar a automação das tarefas domésticas faz-se possível por meio do sistema que pode ser acionado pelo computador, tablets e smartphones. O conceito tão real de casa conectada realiza a personalização da rotina dos moradores, tornando a vida ainda mais agradável e segura – tanto nos momentos que o cliente está em casa desfrutando dos recursos, como também quando está ausente e deseja acompanhar remotamente a execução das tarefas programadas. “Desde a irrigação do jardim, observação das câmeras de vigilância e o alimentador para os bichinhos de estimação podem ser incluídos na inteligência artificial que comanda toda programação”, afirma Giseli.

3. Segurança do morador e das informações

A escolha da empresa que realizará a automação deve verificar a confiabilidade dos sistemas implantados. Como todas as informações ficam armazenadas no sistema de nuvem, a rede não pode, em hipótese alguma, permitir a interceptação de dados.

Pensando ainda no aspecto segurança – mas dentro do ambiente da residência – outro benefício: uma casa inteligente é capaz de detectar problemas em seu início ou mesmo apontar situações delicadas como princípios de incêndio.



4. Automação ainda é caro nos dias de hoje?

Com o advento da tecnologia e o mercado com diversas empresas capacitadas para a elaboração dos sistemas, Giseli afirma que nos últimos tempos a viabilidade da implantação dos sistemas têm aumentado por conta dos preços mais acessíveis praticados. No entanto, com o aumento da oferta, é fundamental pesquisar a procedência da empresa e os detalhes do projeto antes de fechar uma proposta, bem como buscar recomendações com outros clientes atendidos.

5. Automação da iluminação

Aliada a novos recursos, como o uso do LED, trazer a inteligência para a iluminação produz impactos significativos para a redução do consumo de energia elétrica. Isso acontece, pois a programação permite o acendimento e desligamento automático, além da dimerização, sensores de presença e a programação conforme a necessidade do cliente.

6. A casa inteligente veio para ficar

Giseli Koraicho não tem dúvidas que a automação é uma realidade que veio para ficar. “Somos uma sociedade movida pela força da internet”, destaca. A tecnologia Wi-Fi se tornou um aliado dentro de casa uma vez que, além das conexões, permite eliminar o emaranhado de fios utilizados no passado para ligar os aparelhos eletrônicos, por exemplo.

Com o avanço da tecnologia, os projetos de automação têm conquistado novas interfaces, como os assistentes de voz da Amazon e do Google que ouvem os comandos e realizam as tarefas. A inteligência artificial também permite controlar a geladeira, que controla digitalmente tudo o que acabou e precisa ser reposto.

“A casa do futuro já pode ser encontrada agora! O mercado brasileiro deve superar as expectativas dos consumidores nos próximos anos, proporcionando dispositivos inteligentes, de simples manuseio e a custos cada vez mais baixos, tudo isso graças à disputada concorrência entre as marcas”, finaliza Giseli.

O que mais valoriza os imóveis em São Paulo? Veja lista

 Fonte:


Levantamento indica os desejos dos moradores de SP 

O que os moradores da maior cidade da América Latina querem ter em suas casas e apartamentos, além de uma boa localização? Essa foi a pergunta que guiou uma pesquisa da startup do mercado imobiliário Loft, obtida com exclusividade pelo Estadão. O levantamento mostra que a maioria dos consumidores deseja tecnologias modernas para seus lares, mas poucos têm acesso a elas. Para 75,3%, a energia solar é o principal sonho dos moradores, mas apenas 14,3% têm isso, sendo a maioria da classe A (o estudo foi feito em setembro, antes do apagão em SP, em outubro).

O levantamento também apontou um alto desejo por comodidades, como sistemas de purificação de ar, isolamento acústico em portas e janelas, área gourmet com churrasqueira, ponto de ar condicionado e varanda com vista. A lista traz ainda itens como closet, automação residencial, suíte, cozinha planejada, banheira e espaço para home office (veja lista completa abaixo).





Para ter acesso ao artigo completo, clique aqui

Empreendimentos luxuosos: entenda os principais itens que elevam um edifício a esse patamar

Fonte:





Mais do que simplesmente um lar, empreendimentos de luxo representam a realização de sonhos e aspirações por uma vida sofisticada e repleta de exclusividades. As vendas de imóveis de luxo e superluxo no Brasil cresceram 32,9% em 2023, atingindo 11.9 mil unidades comercializadas, segundo a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias).

O Valor Geral de Vendas (VGV) do segmento chegou a R$ 35 bilhões. De acordo com os últimos dados divulgados pela Brain Inteligência Estratégica, o número de lançamentos de imóveis de luxo e superluxo no Brasil também apresentou crescimento significativo, com um aumento de 39,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Para além da localização privilegiada e da qualidade superior dos materiais utilizados na construção, diversos outros itens se configuram como elementos essenciais para diferenciar um imóvel de alto padrão, proporcionando aos residentes experiências únicas e elevadas.

Itens que fazem um empreendimento ser de luxo



A escolha da localização é o ponto de partida fundamental para a criação de um empreendimento de luxo. Áreas arborizadas, próximos a centros comerciais renomados, restaurantes badalados e instituições de ensino de excelência garantem comodidade, praticidade e acesso a um estilo de vida completo e requintado.

Outro diferencial é a qualidade dos materiais utilizados na construção e no acabamento dos apartamentos. Mármores importados, madeiras nobres, louças e metais de marcas renomadas elevam o nível de requinte e garantem durabilidade e beleza inigualáveis aos ambientes.

A era digital também marca presença nos empreendimentos de luxo, que incorporam tecnologias inovadoras para proporcionar mais praticidade, segurança e conforto aos seus moradores. Sistemas de automação residencial e controle de acesso por biometria são apenas alguns exemplos das soluções tecnológicas que elevam a experiência de viver em um imóvel de alto padrão.

Mais do que um local para morar, um empreendimento de luxo deve oferecer aos seus residentes um verdadeiro oásis de lazer e bem-estar. Áreas comuns amplas e diversificadas, como piscinas, espaços gourmet, playgrounds e salões de festas, garantem momentos de lazer inesquecíveis para toda a família.

Automação residencial: imóveis modernos reúnem praticidade e charme no décor

 Fonte:


Arquiteta Patricia Penna revela quais são os cômodos onde a automação é mais pedida e indica maneiras de usufruir da tecnologia com praticidade

É inevitável que, com os avanços da tecnologia, nossas residências se tornem lugares cada vez mais automatizados e que muitas soluções estejam ao alcance da mão ou de um aplicativo no celular. Desde recursos simples, como um portão eletrônico ou mesmo uma assistente virtual para tocar música ou ligar as luzes, já configura essa nova realidade de casas onde a tecnologia se faz presente em ações cotidianas.

Porém, mesmo com as facilidades provenientes da tecnologia, muitas pessoas possuem dúvidas sobre a aplicação prática da automação e principalmente, em como fazer isso de maneira eficiente e otimizada.

Confira, a seguir, uma série de orientações, dicas e projetos, onde a automação se inseriu em espaços residenciais com maestria e elegância, através de projetos executados pela arquiteta Patricia Penna:

Os ambientes mais pedidos

Segundo a profissional, os ambientes mais procurados para automação são os setores sociais, normalmente englobando os livings e as áreas gourmets. Esses ambientes recebem visitantes e são, também, lugar de convívio dos moradores, concentrando funções diversas de uso e equipamentos: aparelhos de som e imagem, eletrodomésticos, bares e adegas. Assim, alguns desses aparatos podem ganhar automatização para deixar os momentos de reunião e celebração mais práticos e confortáveis. “Áudio e vídeo são prioridade nos setores sociais, bem como iluminação, ar condicionado e persianas”, destaca Patricia.

Além disso, as suítes também são muito pedidas quando o assunto é automação. “Já nos quartos, iluminação, ar condicionado e persianas são prioridades”, completa a arquiteta que possui vasta experiência em deixar os dormitórios o mais confortável possível.

Inúmeras possibilidades

Outra questão recorrente quando o assunto é automação refere-se à instalação dos aparatos: “são muito invasivos?”; “É necessário uma reforma? ”

Primeiramente, para entender o tipo de intervenção que será necessária é preciso analisar o nível de automação que será feita. “Se estivermos falando de lâmpadas e tomadas inteligentes, sonorização com soundbar ou semelhantes, as intervenções são bem diminutas e relativamente simples, consistindo basicamente na troca de tomadas, lâmpadas e aquisição de um assistente de voz e aplicativos próprios para o controle do sistema”, detalha Penna.

Uso diário como indicativo

Para quem está analisando sobre quais setores ou ambientes da casa automatizar, a profissional orienta que seja avaliado o dia-a-dia, sobre quais funções do cotidiano a implementação poderá trazer facilidades. “Seguindo a lógica do uso diário, é possível traçar quais seriam as prioridades para aquele imóvel”, orienta Patricia.

Porém, projetos que contemplem itens como sonorização ambiente, vídeo, aspiração central, piso aquecido, ar condicionado, persianas, toldos, entre outros, demandam intervenções mais invasivas e precisam ser executadas por uma empresa especializada e por profissionais habilitados.


Para ter acesso ao artigo original, clique aqui

Seis tendências do mercado imobiliário de alto padrão e luxo para 2024


 Fonte: PiniWeb



À medida que nos aproximamos de 2024, o mercado imobiliário de luxo se depara com desafios e oportunidades inéditas, impulsionados pela evolução tecnológica, mudanças nas preferências do consumidor e novas abordagens comerciais. Nesse cenário, adaptabilidade, tecnologia e personalização emergem como pilares essenciais, influenciando desde o mercado geral até os segmentos mais exclusivos, como o imobiliário de alto padrão e luxo.

Se você ainda tem dúvidas sobre as tendências que estão previstas para chegar com força total no mercado imobiliário de luxo em 2024, acompanhe as dicas do especialista João Abelha, CEO do marketplace Date a Home, das quais destacamos nesta matéria a primeira dica que remete aos benefícios da automação residencial nestes empreendimentos:


Tecnologia como facilitador universal

O avanço exponencial da tecnologia tem transformado a dinâmica das transações imobiliárias. Em 2024, prevê-se um salto na automação residencial com a implementação de soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) e controle por voz. Os dispositivos IoT, que se referem a objetos físicos conectados à internet para coleta e troca de dados, estão no cerne dessa evolução. Equipados com sensores, software e tecnologia de rede, esses artefatos possibilitam interações entre si e com o ambiente.

No âmbito da automação residencial, é comum encontrar termostatos, câmeras de segurança, fechaduras inteligentes, eletrodomésticos conectados, iluminação automatizada, entre outros recursos. A integração desses elementos viabiliza o controle centralizado e remoto, garantindo maior eficiência, segurança e comodidade aos usuários.
Já o controle por voz refere-se à habilidade de interagir com eletrônicos e sistemas por meio de comandos verbais. Essa funcionalidade é possível graças a assistentes de voz, como a Siri da Apple, o Google Assistant e a Alexa da Amazon, que são integrados aos dispositivos IoT.

Por meio dos comandos de voz, é possível que os indivíduos controlem funções como ajustar a temperatura, reproduzir música, acionar mecanismos de segurança e executar diversas tarefas, proporcionando uma experiência de automação mais intuitiva e hands-free.

Outras tendências listadas:

Ambientes saudáveis, sustentáveis e ESG para todos

Flexibilidade de espaços para diversas necessidades

Home office integrado: adaptação à nova realidade profissional

Experiências positivas como diferencial

Segmentação de campanhas 

Para ter acesso ao artigo na íntegra, clique aqui

Automação residencial cresce com facilidade de uso e custos mais baixos

Fonte: 

Por Suzana Liskauskas para o Valor Econômico - 31/10/2023


Embora detenha uma posição de destaque na América Latina, o mercado brasileiro enfrenta muitos desafios para democratizar o acesso às inovações

As definições de casa do futuro têm sido atualizadas a cada minuto para entregar facilidades. “A casa do futuro é uma casa que facilita o dia a dia das pessoas, para que tenham uma casa bem vivida, reinventem experiências e tenham mais tempo para se dedicarem às pessoas e às atividades que gostam”, diz Anderson de Moraes, chief information officer (CIO) da Electrolux para a América Latina.

Já Renata Voges, gerente do segmento de energia home office da Intelbras, costuma dizer que a casa do futuro é a casa do presente, porque a inteligência no cotidiano está cada vez mais acessível. “O advento do Wi-Fi nos dispositivos foi um divisor de águas para a casa conectada, popularizou”, destaca.

Outra mudança foi a facilidade de uso. Voges lembra que os primeiros fabricantes globais de automação residencial tinham produtos mais complexos. “Hoje, os controles estão em aplicativos. Os custos estão mais baixos e há facilidade no dia a dia”, afirma. Recursos de aplicativos, como a geolocalização, facilitam essa experiência, avisando quando  o consumidor está perto de casa para programar os equipamentos. “Isso vincula o uso diário com segurança, conforto e praticidade.”

Dados coletados no primeiro semestre de 2023 pela GfK Latam, empresa de estudo de mercado, mostram que a média global de pessoas que possuem um dispositivo inteligente é de 1,5. Em alguns países da Europa, essa média ultrapassa 2,2. Na América Latina, o Brasil é líder, com a média 1,3.

Apesar da posição de liderança na América Latina, o mercado brasileiro enfrenta muitos desafios para democratizar o acesso a inovações. “No país, ainda não há democratização de algumas tecnologias, como inovações sustentáveis, que temos trabalhado fortemente em nossos refrigeradores e máquinas de cuidar (lavadoras de roupa)”, afirma Moraes.

A jornada de democratização do acesso à casa inteligente inclui preocupações com custos da tecnologia, complexidade, privacidade, interoperabilidade e experiência do usuário. São as principais barreiras no caminho de fabricantes para acelerar a adoção de tecnologia de casas inteligentes, segundo o levantamento da GfK.

Moraes ressalta que, do ponto de vista de internet das coisas (IoT), há muitas opções no mercado global. “Com investimento e tempo de implementação corretos, tudo será possível, mas depende de um profundo entendimento da realidade local e hábitos do consumidor, para que seja algo que realmente se insira na cultura.”

A inovação no ambiente doméstico ganhou luz na 16ª edição da Eletrolar Show, realizada em julho em São Paulo. Um dos ambientes mais procurados na feira, que reuniu cerca de 32 mil visitantes, foi a casa inteligente. Carlos Clur, CEO do grupo Eletrolar, realizador da feira, diz que o ambiente foi montado para mostrar soluções desde fechaduras a iluminação inteligente.

Os dispositivos que tornam o ambiente doméstico mais inteligente são conectados por redes Wi-Fi com aplicativos de smartphones, tablet ou alto-falante inteligente. Podem facilitar o controle a distância de aparelhos de iluminação e fechaduras a eletrodomésticos. Segundo a GfK, aspiradores de pó robô e smart TVs são categorias em que mais de 70% das unidades de produtos vendidos possuem uma função inteligente/conectada.

Análise feita com exclusividade para o Valor pela Tunad, plataforma de inteligência de mídia, entre os dias 1º de agosto e 25 de setembro de 2023, mostra que as smart TVs lideram os produtos mais procurados, quando o tema é casa conectada, aparecendo em mais de 500 mil pesquisas pelo Google. Na categoria sensores, os equipamentos que regulam temperatura lideraram o volume de buscas (30 mil). Os sensores de movimento apareceram em sete mil pesquisas.

Dados da Relax Medic, importadora de produtos de bem-estar e relaxamento, apontam aumento na busca por equipamentos inteligentes mais específicos para saúde física e mental, como desumidificadores de ar. Integrados a assistentes virtuais, podem ser mais bem adaptados a rotinas de uma casa. “À medida que a sociedade avança na IoT, a procura por aparelhos interconectados tem se intensificado, impulsionando a busca por soluções que aprimorem a eficiência e a experiência do usuário”, diz Camila Luizzi, gerente de marketing da Relax Medic.

As inovações também mergulharam no segmento de piscinas, que podem ser configuradas por assistentes virtuais de voz. Filipe Sisson, CEO da iGUi, diz que a tecnologia disponível pode controlar filtragem, iluminação, aquecimento e o uso de aspiradores. “Buscamos inovar no que tange ao tratamento da água, sem o uso de cloro,  bem como em tornar a piscina um ambiente seguro. Nosso sistema de filtragem de sucção aberta elimina o risco de aprisionamento de cabelo e partes do corpo nos ralos, evitando acidentes”, afirma.

Com relação aos equipamentos de iluminação LED, o levantamento global da GfK, com dados do primeiro semestre do ano, mostra que cerca de 3% das unidades de vendas são atribuídas a produtos com função inteligente. O estudo aponta que é preciso entender as barreiras para os consumidores, a fim de expandir o segmento.

Patrícia Lima, responsável pela diretoria de bens de consumo da Elgin, observa que o consumidor inicia a experiência de casa inteligente com as lâmpadas LED. “É um movimento dos últimos três anos. O consumidor começa com a lâmpada, depois migra para painéis e interruptores inteligentes.”

Os fabricantes também acompanham o comportamento do consumidor por meio dos aplicativos de casa conectada para ampliar o portfólio de produtos, privilegiando os requisitos de sustentabilidade. Um dos produtos que estão sendo analisados pela Elgin é o disjuntor inteligente. “Além de otimizar o controle de consumo de energia, o disjuntor envia informações referentes a situações de sobrecarga. Mas ainda é um produto com custo mais alto para o consumidor. Estamos esperando a tecnologia ficar mais acessível.

Fernando de Falchi, gerente de engenharia de segurança da Check Point, ressalta a importância de manter os dispositivos da casa inteligente protegidos, especialmente quando utilizam o Wi-Fi doméstico. “Garantir que os dispositivos estejam atualizados com a mais recente tecnologia antimalware é uma forma importante de proteção.” Vale ainda criar uma rede Wi-Fi separada para os dispositivos. “A maioria dos roteadores ou access point permite a criação de uma rede separada que se destina apenas aos dispositivos domésticos inteligentes, de forma a criar mais obstáculos à eventual tentativa de acesso não autorizado.”

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Esta matéria pode ser vista no link https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/revista-inovacao/noticia/2023/10/31/automacao-residencial-cresce-com-facilidade-de-uso-e-custos-mais-baixos.ghtml 


Automação para Acessibilidade na Construção Civil - Da Invisibilidade ao Protagonismo

 Autoria: Arq. Virginia Rodrigues


Há algumas décadas a acessibilidade e a inclusão de pessoas com dificuldades físicas, motoras e intelectuais era muito pouco valorizada e considerada na construção civil, tornando a vida dessa parcela da população mais desafiadora e limitada.

De acordo com as projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a população com deficiências físicas aliada aos indivíduos com mais de 60 anos deve continuar a crescer nas próximas décadas de forma acelerada.

Nos últimos anos, houve avanços significativos na conscientização sobre a importância da acessibilidade e na implementação de políticas públicas e tecnologias para tornar os ambientes mais inclusivos e acessíveis a todos.

Para a arquitetura, a utilização dos conceitos de desenho universal unida à automação para acessibilidade na construção civil, passou a ser uma importante ferramenta para promover a inclusão social e a autonomia das pessoas com mobilidade reduzida.

A automação permite que a pessoa possa controlar diversos aspectos do ambiente com maior facilidade e independência (sistemas de iluminação e ventilação, fechaduras eletrônicas, plataformas de acesso, entre outros), contribuindo para a  sua inclusão e para a valorização da diversidade.

Além disso, esta é uma importante oportunidade de negócios para as empresas que atuam na construção civil, uma vez que há uma crescente demanda por produtos e serviços para este público.

No entanto, a Automação Residencial não pode ser vista como solução isolada para a acessibilidade, mas sim como uma ferramenta complementar a outras medidas, devendo ser pensada de forma integrada e inclusiva, levando em consideração as necessidades específicas de cada pessoas e promovendo a acessibilidade de forma ampla e efetiva.

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A autora deste artigo, Arq. Virginia Rodrigues,  palestrou sobre este tema na edição do Painel Lar Inteligente, em março de 2023

Os sete passos para projetar com tecnologia

Ana Cristina e Tarek Aladdin  foram palestrantes convidados do evento Painel Lar Inteligente que aconteceu em março. A seguir, um resumo do que foi abordado em sua apresentação

Nosso objetivo nesse evento é trazer uma visão descomplicada da tecnologia, para que mais profissionais do universo da arquitetura entendam o verdadeiro papel deste tema em seus escritórios e projetos.

Não é só automação! 

Com o tema Os sete passos para projetar com tecnologia, abordamos os principais passos para um projeto ser diferenciado, nessa nova era onde a oferta de informação e produtos na internet é gigantesca.

O objetivo é cativar os arquitetos para o tema, levando estratégias que se implementadas pelos profissionais, trarão lucratividade e diferenciação além de uma enorme satisfação por parte do cliente contratante.

Apesar de sabermos que o mercado da automação cresce exponencialmente no país, este ainda é um assunto obscuro no meio. Levaremos para o público alguns dados, como um  estudo realizado pelo IDC Brasil (International Data Corporation) que mostra um crescimento no uso de automação no Brasil de 21% em 2021 e uma projeção em torno de 30% nos próximos anos. 

E, lógico, vamos segmentar essa linha de informações e mostrar passo a passo como ter projetos cada vez mais tecnológicos e conectados.

A Revolução Silenciosa

Por Adriana Pestana Greenhalgh, Arquiteta especialista em Domótica e Edifícios Inteligentes.

Dentre tantas revoluções como não nos render a que talvez seja a maior delas??? Aliás, já nos rendemos há muito tempo e nem nos demos conta do quanto isso transformou e continuará transformando as nossas vidas... 

Falo de algo que vivemos todos os dias, em praticamente todas as coisas , algo que nos distrai ,que nos aproxima e que nos afasta das pessoas, algo que nos facilita a vida e às vezes nos complica por não sabermos como usar, algo que salva vidas ....inevitável e sem volta, falo da Tecnologia mais precisamente daquela voltada a automação de processos relativamente simples, no meu entendimento, como a automação residencial ou Domótica , termo que vem da robótica, que significa controle automatizado de algo, do francês Domotique, da junção Domus "casa" com Imotique "automático". 

Mas o que seria isso exatamente e para que serve? A automação residencial ou Domótica é a automatização e o controle aplicados à residência. Esta automatização e controle se realizam mediante o uso de equipamentos que dispõem de capacidade para se comunicar interativamente entre eles e com capacidade de seguir as instruções de um programa previamente estabelecido pelo usuário da residência e com possibilidades de alterações conforme seus interesses. 

Em consequência, a domótica permite maior qualidade de vida, reduz o trabalho doméstico, aumenta o bem-estar e a segurança, racionaliza o consumo de energia e, além disso, sua evolução permite oferecer continuamente novas aplicações. E de onde veio? Tudo começa na década de 1970, quando surgiram nos Estados Unidos os primeiros módulos “inteligentes”. Tratavam-se de soluções simples, praticamente não integradas e que resolviam situações pontuais, como ligar remotamente algum equipamento ou luzes. Com o surgimento dos computadores pessoais, do desenvolvimento da telefonia móvel e internet, tudo foi ficando mais fácil e começa haver uma demanda na área residencia

O mundo começa a viver nas chamadas “casas inteligentes” e tem evoluído muito nos últimos anos. Até porque a crescente popularização de diversas tecnologias, seja pelo aspecto educativo do consumidor, seja pelos preços decrescentes, contribuem para que as pessoas comecem a sentir realmente os benefícios do uso da tecnologia dentro de suas residências. 

Pesquisas recentes feitas nos Estados Unidos e Europa já mostram essa realidade. Segundo a Aureside, Associação Brasileira de Automação Residencial, alguns dados importantes comprovam isso: 84% dos construtores entendem que incorporar tecnologia às residências que constroem é um importante diferencial mercadológico; 

• Existe a constatação de que os consumidores na faixa etária que estão entrando no mercado, adquirindo seu primeiro imóvel, já convivem com naturalidade com a tecnologia e, portanto, estão sendo exigentes com relação ao seu uso nas residências que lhes são oferecidas; 

• Sistemas automatizados que contenham apelo pela sustentabilidade, economia de energia e preservação de recursos naturais estão sendo cada vez mais requisitados; 

• Entre as tecnologias emergentes que devem alcançar elevados patamares de crescimento nos próximos anos, estão o monitoramento a distância, o controle de iluminação e o home care

De acordo com a revista PC World, a previsão é de que o uso de sistemas de automação residencial triplique nos próximos dois anos. No Brasil se observa uma rápida absorção desta realidade, porém ainda com alguma falta de naturalidade mesmo sendo a tecnologia algo tão presente em nossas vidas.

De fato, acostumar-se ao controle de forma tão facilitada através de um celular, por exemplo, pode assustar de início mas brevemente se tornará tão normal como o uso do WhatsApp!

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A autora deste artigo, Arq. Adriana Pestana Greenhalgh foi palestrante na edição do Painel Lar Inteligente, em março de 2023



Imóvel de alto padrão ou imóvel de luxo? Entenda as diferenças!

Fonte: www.cadaminuto.com.br

Um artigo publicado no portal Cada Minuto  propõe uma análise do que poderia diferenciar um imóvel de alto padrão de um imóvel de luxo. Dentre as avaliações e comparações apresentadas, identificamos algumas que mostram a importância que a Automação Residencial está criando no mercado imobiliário

Reproduzimos a seguir uma parte do artigo, com foco nos diferenciais atualmente mais relevantes. No final do texto está o link para acessar o artigo original completo

"Confira logo abaixo o que não pode faltar em um imóvel de alto padrão:

Serviços diferenciados – Atualmente, edifícios de alto padrão já começam a oferecer, além de estrutura diferenciada, como salão de beleza e spa, por exemplo, os serviços dos profissionais. Outra coisa que tem ganhado força em imóveis de alto padrão é o serviço de concierge, que facilita a rotina dos condôminos por meio da prestação de serviços como encaminhar roupas para a lavanderia, receber comida e outros.

Arquitetura - o projeto de apartamentos de alto padrão é diferenciado e acompanha as tendências da construção civil em termos de conforto e usabilidade. Por isso, as plantas possuem padrões que acompanham a evolução da engenharia, além de já pensar na integração com as novas tecnologias.

Integração com automação residencial - Atualmente, eletrodomésticos, iluminação, segurança e entretenimento em casa podem ser controlados por smartphones e tablets. Por isso, apartamentos de alto padrão já contam com estrutura para receber as novas tecnologias, de forma a evitar reformas desnecessárias."

Para ler o artigo completo clique na imagem abaixo



Um novo espaço criado para mostrar produtos e soluções em Automação Residencial


A feira Expo Revestir a partir da edição de 2023 vai contar um novo espaço destinado a expor e demonstrar produtos e soluções de Automação Residencial, além de promover debates e apresentações sobre o tema! 

O lançamento da Haus Decor aconteceu no dia 10 de março durante a edição anual da Expo Revestir. Além da Automação Residencial, a nova área vai também incluir os segmentos de Tintas e Vernizes e Iluminação.

O Lar Inteligente foi escolhido como o parceiro oficial de conteúdo das feiras nos temas ligados à Automação Residencial.

Assista este video com mais detalhes


Vai de Home office em 2022? Invista em infraestrutura e tecnologia (II)

Dando sequencia à postagem anterior onde tratamos a questão do uso cada vez mais intenso das nossas casas como "home office", neste artigo vamos ampliar as possibilidades de contar com a automação residencial num sentido mais abrangente...
 
"Cada vez mais o consumidor está se acostumando com os televisores smart, speakers, lâmpadas inteligentes e até mesmo câmeras e fechaduras smart. Os produtos inteligentes estão invadindo os lares e a vida do consumidor, mas há também os dispositivos que permitem que produtos tradicionais que o usuário já utiliza se transformem em produtos inteligentes."


Se ainda não leu a 1a parte deste tema, clique aqui

OS IMPACTOS DA AUTOMAÇÃO NO PROJETO DE ARQUITETURA

Por Adriana Pestana
Arquiteta, especialista em Automação Residencial

O Futuro chegou! Casas inteligentes já são uma realidade para algumas famílias brasileiras até porque a tecnologia está bem mais acessível a todos. As buscas por espaços conectados e inteligentes, só crescem, sobretudo agora quando as pessoas estão em busca cada vez mais de conforto, segurança, diversão e praticidade, principais pilares da Automação Residencial.

Essas buscas por “automação residencial” cresceram 178% em comparação a março de 2020, segundo dados da Google para a América Latina. A questão está em como toda essa tecnologia “entra” realmente na nossa casa e faz tudo que promete fazer? Será que basta sair comprando dispositivos que a ‘‘mágica” acontece? Bom, não é bem assim que as coisas acontecem, existe todo um planejamento por trás. Existem duas formas dessa entrada da tecnologia acontecer:

1- Tentativa e erro do faça você mesmo;

2- Planejamento com profissionais: Arquitetos e Integradores.

No primeiro caso, aonde a própria experiência do consumidor o aproxima de algo que parecia distante de sua realidade e agora não mais, vai abrindo mercado para o primeiro “estágio” da automação, o que chamamos de “plug and play” ou seja, soluções que qualquer pessoa pode programar seus equipamentos sem ajuda de um profissional, podendo ser apenas dispositivos com um aplicativo para controle. (lâmpadas smart, dispositivos para tomadas, assistentes de voz...)

Nesse caso, acredito que seja interessante optar por marcas de qualidade, que sejam compatíveis e que o usuário tenha alguma noção de configuração de equipamentos para não se frustrar ou perder o investimento por não saber como utilizar, visto que isso já acontece com os próprios smart fones aonde apenas 5% de suas funções são utilizados pelas pessoas. Já no segundo caso, que é o que eu incentivo fortemente em meus projetos, entramos para o que chamamos de Sistemas Integrados: que podem operar de forma autônoma ou integrados a outros sistemas, são controlados por uma única central de comando acessada por dispositivos móveis( celular, ipad ou comando de voz) com o objetivo de proporcionar os resultados desejados, no tempo esperado e com um investimento pré-definido.

Porém, não basta simplesmente o Arquiteto ou Integrador oferecer as melhores tecnologias ao cliente sem explicar e entender o que ele realmente precisa, é preciso planejar, compatibilizar e executar tudo isso de forma organizada e precisa, assim como todas as etapas do projeto Arquitetônico. Desta forma, o retrabalho tão recorrente durante uma obra e as intermináveis dores de cabeça poderão ser minimizadas por um planejamento envolvendo todos os profissionais. 

E como evitar isso tudo? Introduzindo a definição e escolha da Automação desde o início do projeto sobretudo em caso de construções ou grandes reformas. Essa definição ou predefinição pode e deve ser iniciada ainda no escritório de Arquitetura, aonde através de um briefing estratégico, o Arquiteto já consegue saber o que pode oferecer, atrelando essas escolhas às decisões arquitetônicas e resolvendo questões extremamente importantes para elevar a eficácia das soluções.

Um exemplo prático, que fizemos há pouco tempo em um Projeto Residencial, com uma fachada para o poente com grande incidência solar, foi além de vidros refletivos já especificar uma persiana automatizada cuja cena principal será, controlar a entrada do sol no momento mais crítico ou seja 15:00hs. Desta forma, conseguimos resolver questões importantes tanto de proteção e controle solar e térmico quanto de eficiência energética na construção. Assim como essa, muitas outras decisões já foram tomadas como localização do quadro de Automação e luz, irrigação do jardim e controle de toda segurança e iluminação do imóvel, dentre outras que impactam e muito no projeto luminotécnico e elétrico, por exemplo.

Entender que a Automação Residencial é um recurso que nos permite evoluir a qualidade de vida que buscamos oferecer através da arquitetura, faz com que essa ferramenta se torne cada vez mais importante na concepção de um projeto e que a compatibilização de todos os projetos complementares vai elevar cada vez mais o nível das soluções propostas. 

Portanto, já pensar em tecnologias durante a criação, nos leva a um novo patamar e a uma nova visão do que podemos oferecer junto à Arquitetura, uma nova forma de pensar soluções para espaços cada vez mais acessíveis, práticos, confortáveis e seguros

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