Echo Dot: entenda as diferenças entre as versões

 

O dispositivo Echo Dot, é uma caixa de som que vem com uma assistente virtual, a famosa Alexa. Ela te ajuda a ler notícias, responde perguntas, checa a previsão do tempo, cria alarmes e até coloca músicas. Quem tem uma casa inteligente pode se beneficiar com o controle de produtos compatíveis! Que tal pedir à Alexa para acender as luzes, trancar portas e ligar a TV?

No Brasil, o produto é encontrado em duas opções: de 3ª e 4ª gerações. A primeira está disponível a partir de R$ 331,55 e a segunda, a partir de R$ 379,05. Ainda assim, além do preço há diferenças que precisam ser consideradas antes da compra, como a qualidade do som, sustentabilidade e design. Pensando nisso, separamos um guia para você escolher o modelo com melhor custo-benefício para as suas necessidades.

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Saiba o que muda com a chegada da tecnologia 5G ao Brasil

 
Já pensou em chegar a casa e abrir o portão da garagem e acender todas as luzes antes mesmo de entrar em sua casa? Ou então ligar a televisão no programa predileto e programar o ar-condicionado na temperatura ideal, tudo realizado por meio do celular? Essa é uma realidade não tão distante, que, embora já esteja presente em nossas vidas, a chegada do 5G promete revolucionar ainda mais o cotidiano das pessoas. Mas, de fato, o que essa tecnologia significa e como ela pode modificar nossas vidas?

De início, é preciso explicar que o número significa a versão da geração da internet móvel que estamos vivenciando. A letra ‘G’ vem da palavra geração. Quando há uma transição de uma geração, alguns aspectos são modificados, como a velocidade da rede, a estabilidade e também a latência. “De forma prática, o leilão 5G funciona assim: o governo fatia as ondas de telefonia e oferta no mercado para as telefônicas que podem ou não optar pela compra”, detalha o coordenador de Pesquisa e Cooperação do César School, Felipe Ferraz.

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Casa inteligente: automação residencial cada vez mais acessível ao bolso dos brasileiros

 

Programar a cortina para abrir entre as 14h e 16h para que as plantas peguem sol, abrir a porta com senha ou digital em vez de chave e controlar a temperatura do piso e do ar condicionado pelo celular. As chamadas “casas inteligentes”, que utilizam ferramentas de automação, não fazem mais parte de uma realidade distante. O custo do investimento depende do grau de integração desejado pelo morador, mas algumas opções, como lâmpadas inteligentes, custam menos de R$100 e são cada vez mais acessíveis.

De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), o número de residências que contavam com algum tipo de sistema automatizado em 2020 estava entre de 1,2 a 2,2 milhões. Em 2016, a estimativa era de 300 mil. Ainda segundo a entidade, o mercado brasileiro possui uma taxa média de crescimento anual em torno de 22% e o setor deve atingir uma movimentação de US$ 3,1 bilhões em 2025. Leia esse artigo completo

Quer ter uma casa inteligente? Comece pelas lâmpadas e plugs (...)


Imagine programar a cafeteira para fazer o café todos os dias pela manhã ou ligar o ar condicionado pelo celular? E acender a luz por um comando de voz? Pois é, o futuro chegou e tudo isso já é possível. Em 2020, durante a pandemia, parte dos brasileiros abriu sua casa para a automação residencial que já era uma tendência mundial.

A analista de suporte técnico Ana Maris Vilaça conta que nos últimos meses começou a pesquisar e investir na tecnologia chamada smart home (casa conectada, em português). Ela, que já fazia uso de assistentes virtuais, viu que era possível ir além e comandar os equipamentos da sua casa por aplicativo de celular e comando de voz.

“Antes da quarentena, eu usava a Alexa para funções básicas, como despertar. Depois disso, eu vi que precisava ocupar minha mente com outra coisa, então comecei a aprender a automatizar”, lembra ela, que não está sozinha nesta descoberta.

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Pesquisa aponta que 11% dos lares no país terão um assistente de voz até 2025

 

A pandemia levou famílias brasileiras a ampliar o uso de uma nova tecnologia bem particular: os alto-falantes inteligentes, ou "smart speakers", como são conhecidos em inglês. As assistentes virtuais acopladas às caixinhas de som passaram a cumprir funções básicas dentro de casa. Entreter com seleções de músicas, ligar e desligar as luzes, trancar portas, explicar como fazer pequenos consertos, além de avisar sobre as condições climáticas, informar as horas e ajudar a fazer a lista de compras.

 “O confinamento forçado fez com que as pessoas olhassem mais para casa, o que incentivou a adoção de novas tecnologias que ajudassem no dia a dia”, diz José Muratori, diretor da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial). Segundo Muratori, também pesaram a favor do equipamento os recentes lançamentos. Há novas versões mais eficientes e sofisticadas e também mais baratas. É possível encontrar dispositivos à venda na internet a partir de R$ 199

 Segundo uma pesquisa da consultoria alemã Statista, o mercado brasileiro de altofalantes inteligentes e gadgets para automatizar a casa têm potencial para crescer até 23% até 2025.

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