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Jovens adultos impulsionam tendências no setor imobiliário

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Publicado em: O Estado de São Paulo

Nota: ressaltamos nos trechos grifados menções às tecnologias de automação, eficiencia energetica e sustentabilidade


Geração Z vem transformando a forma de escolher moradias, priorizando locações, tecnologias, sustentabilidade e boa localização

A Geração Z, formada por pessoas nascidas a partir de 1995, até meados de 2010, está caminhando rumo à vida adulta. E, nesse contexto de transição, a saída de casa e a busca por independência se destacam como marcos significativos. 

Consequentemente, o setor imobiliário acaba por desempenhar um papel bastante importante em meio a toda essa mudança. Isso porque a busca pelo seu próprio “cantinho” tem sido uma aspiração comum para muitos jovens.
 
No entanto, junto com essa nova classe consumidora, surgem também novas demandas. Isso se deve ao fato de que, diferentemente das gerações passadas, esse grupo possui características bastante específicas: eles nasceram em meio à tecnologia, cresceram conectados à internet e enfrentaram uma pandemia, muitos deles ainda em começo de carreira.
 
Todos esses fatores reforçam novas tendências de consumo, desde escolhas simples do dia a dia até passos maiores, como a compra de um imóvel ou a sua locação – modelo considerado mais acessível para eles na hora de dar os primeiros passos rumo à autonomia e à privacidade tão desejadas.
 
Não há dúvidas de que a experiência da pandemia, em particular, teve grande influência no mercado. O aumento do trabalho remoto e a necessidade de passar mais tempo em casa levaram muitos jovens a repensarem o conceito de lar e a deixarem de lado aquela ideia mais tradicional.
 
E, mesmo com o fim desse período histórico, o sistema híbrido de trabalho segue como o “novo normal”. Com isso, mais do que nunca, eles procuram por espaços que ofereçam conforto, funcionalidade e flexibilidade e que proporcionem um estilo de vida cada vez mais dinâmico e digital. O fato é que os jovens de hoje buscam por praticidade e facilidade em todas as áreas de suas vidas.
 
Por isso, para além de um bom espaço de trabalho, a Geração Z almeja um ambiente que ofereça comodidades para lazer no tempo off. Logo, áreas de convivência, como espaços compartilhados com churrasqueiras, piscinas, salão de festa, salas de jogos, academias, espaço pets e áreas verdes, estão se tornando fortes critérios na hora de escolher um novo lar.
 

Não só isso, a localização do imóvel também desempenha um papel essencial para o grupo, sendo as grandes áreas urbanas, com bom acesso ao transporte público, entretenimento, comércios e serviços, a preferência da grande maioria.
 
Em suma, essa população pensa estrategicamente em toda a sua mobilidade na cidade, já que o grande objetivo é poder resolver demandas de forma ágil, seja utilizando bicicletas ou caminhando, sem depender necessariamente de um automóvel.
 
Há também, por parte deles, uma grande preocupação com o meio ambiente. Nos imóveis, a busca por opções de moradia que sejam ecologicamente conscientes, desde o uso de materiais de construção, até práticas de gestão e diminuição de resíduos, tornaram-se pontos fortes. Ademais, esses jovens desejam ainda enxergar seus valores refletidos nos espaços já prontos, com soluções sustentáveis, eficiência energética, captação de água da chuva e energia solar, por exemplo.

Diante de todas as novas demandas provocadas pela Geração Z, torna-se evidente a adaptação do mercado imobiliário para atender às necessidades desse grupo. Estamos imersos em um cenário de constantes inovações e avanços no setor e, por isso, é crucial que sigamos oferecendo cada vez mais opções para esses jovens adultos, nas diferentes fases que estejam vivenciando. Afinal de contas, são eles os grandes protagonistas na mudança de paradigma do conceito de lar.
 

Você ama ou teme seus dispositivos domésticos inteligentes?

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Você ama ou teme seus dispositivos domésticos inteligentes? Para a maioria dos americanos, são ambos.

As pessoas gostam das conveniências que acompanham suas TVs, Echos e outros aparelhos domésticos inteligentes. Mas alguns temem a intrusão de hackers e anunciantes, revela uma nova pesquisa

Como você se sente em relação aos seus dispositivos domésticos inteligentes? Se você for como muitos americanos, pode ter uma relação de amor/medo com eles. Ame a conveniência que eles trazem à sua vida e tema que possam deixá-lo vulnerável a ameaças à privacidade. O relatório contratado da Craftjack entrevistou recentemente 800 pessoas nos EUA para descobrir como elas se sentiam em relação aos seus dispositivos domésticos inteligentes.

Cerca de 32% dos entrevistados têm seis ou mais dispositivos tecnológicos inteligentes em suas casas. As Smart TVs provaram ser as mais populares, de propriedade de 63% de todos os entrevistados. O Amazon Echo foi o próximo da lista, sendo encontrando na casa de 48% dos entrevistados. Outros itens de tecnologia importantes incluíam campainhas e luzes inteligentes, câmeras de segurança, termostatos inteligentes, alto-falantes e tomadas inteligentes (ver gráfico abaixo)



Por que os americanos gostam de seus dispositivos inteligentes? O tema geral era que eles tornam a vida mais fácil. Cerca de 60% dos entrevistados citaram o principal motivo como conveniência. Cerca de 42% disseram que esses gadgets oferecem uma melhor experiência geral de vida, enquanto 36% gostaram da facilidade de ativação por voz.

Mas a tecnologia de casa inteligente também criou uma sensação de segurança. Mais de metade (53%) dos inquiridos afirmaram que se sentem mais seguros nas suas casas por causa destes dispositivos, enquanto 55% afirmaram que nunca voltariam a viver numa casa sem tecnologia inteligente.

Olhando especificamente para o uso de assistentes de voz, a Alexa da Amazon obteve a melhor pontuação entre 58% dos entrevistados, com o Google Assistant citado por 32% e o Siri da Apple em último lugar na lista com 29%. E o que as pessoas gostam de perguntar aos seus dispositivos domésticos inteligentes? O comando mais popular é “Definir um cronômetro”, seguido de “Tocar uma música” e depois “Qual é a previsão do tempo?”

O lado negativo, porém, é que as pessoas têm preocupações definitivas de segurança e privacidade com a tecnologia doméstica inteligente. Um terço dos entrevistados disseram que se preocupam com a possibilidade de seus dispositivos serem hackeados. Entre aqueles com câmeras inteligentes, um quarto expressou temor de que um hacker pudesse obter acesso e ver o interior de sua casa.

Como dispositivo mais popular, o Amazon Echo também liderou a lista de gadgets que as pessoas temem que possam ser hackeados. Câmeras de segurança, produtos Nest do Google, campainhas inteligentes e TVs inteligentes também fizeram parte da lista de itens que geraram preocupações sobre hackers.

Além de hackear, a espionagem é outro medo. Entre os entrevistados, 76% disseram acreditar que seus dispositivos domésticos inteligentes estão sempre ouvindo-os, enquanto 61% disseram acreditar que seus dispositivos podem reagir ao que estão escutando. Alguns dos receios decorrem da publicidade direcionada nos seus telefones. Cerca de 66% dos entrevistados disseram que receberam anúncios relacionados em seus telefones depois de falarem sobre algo em um de seus dispositivos domésticos inteligentes.

Mas se usuáriosde produtos  domésticos inteligentes estão sendo espionados, quem está espionando? Cerca de 35% dos entrevistados disseram estar preocupados com a espionagem de hackers e cibercriminosos. Cerca de 15% estavam preocupados com a possibilidade de o governo dos EUA conduzir uma possível vigilância, enquanto 16% estavam nervosos com o fato de os anunciantes tentarem tirar partido das suas conversas.

Esses temores sobre hackers e espiões são legítimos ou os proprietários de dispositivos domésticos inteligentes estão sendo excessivamente paranóicos?

“Os consumidores deveriam estar preocupados, mas não excessivamente”, disse John Gallagher, vice-presidente do Viakoo Labs da Viakoo, fornecedora de higiene cibernética de IoT. "Eles precisam estar preocupados no mesmo nível que a preocupação de que sua casa possa ser invadida; o tipo de preocupação que faz você tomar medidas preventivas, como trancar as portas. Qualquer dispositivo conectado por IP traz a preocupação de ser hackeado e, especialmente, dispositivos inteligentes porque podem transportar informações pessoais e muitas vezes também contêm informações comerciais."

Para esse fim, os utilizadores domésticos inteligentes devem tomar as medidas de segurança e privacidade necessárias, tal como acontece com qualquer outra tecnologia.

“Com qualquer tecnologia doméstica inteligente, os usuários devem sempre alterar as senhas padrão, definir configurações de privacidade quando e onde for possível, evitar usar a senha de Wi-Fi fornecida na caixa do fabricante e procurar comprar firewalls capazes de filtrar o tráfego de saída”, disse Nick. Amundsen, chefe de produto da empresa de software de segurança cibernética Keeper Security.

“Também recomendamos que os usuários verifiquem regularmente se há atualizações de software, já que a maioria delas consiste em atualizações e correções de segurança. Por fim, certifique-se de que sua senha de Wi-Fi seja de alta resistência e seja alterada com frequência para evitar que um hacker a acesse”.

Para compilar sua pesquisa, a Craftjack entrevistou 807 americanos que possuem dispositivos habilitados para internet em suas casas. Os entrevistados tinham idades entre 18 e 79 anos, com idade média de 42 anos. Metade deles eram homens, 48% eram mulheres e 2% eram não binários.

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Artigo original em ingles

Tendências na Construção Civil para 2024: sustentabilidade e customização em destaque

 Fonte: Revista Zelo


Introdução

O mercado imobiliário tem se mantido não somente aquecido como em expansão ao longo dos últimos anos. Para 2024, o cenário aponta para determinados itens e diferenciais na construção civil que já adquiriram o status e/ou tendem a se fortalecer como tendências ao longo do ano. A tecnologia se mantém como uma das maiores aliadas, associada a práticas sustentáveis e de preservação do meio ambiente, personalização, otimização de tarefas nas obras, recursos digitais para garantia de maior praticidade e agilidade, e toda uma conjuntura de novas prioridades do público consumidor. Somam-se ainda os juros favoráveis, com a queda na taxa Selic, o que contribui para facilitar os financiamentos imobiliários e impulsionar o fechamento de negócios.

Alguns destaques do artigo:

"Em todas as praças, é perceptível que o cliente está disposto a investir em produtos com alta usabilidade. “A experiência dentro do empreendimento – como mercadinhos na área comum, automação, localização, conforto, contam muito”

"A agenda verde é um tópico imprescindível no segmento imobiliário, com as incorporadoras cada vez mais cientes dos cuidados necessários sobre o seu impacto no meio ambiente e, assim, adotando práticas ESG (Ambiental, Social e Governança). Trata-se de diretrizes para avaliar se uma empresa é socialmente consciente, sustentável e corretamente gerenciada."

"Customização e automação -  Camila Inácio, arquiteta e diretora de empreendimentos da Consciente Construtora e Incorporadora, aponta que as tendências na construção civil para 2024, principalmente no mercado de alto padrão, estão ganhando destaque. Ela enfatiza a importância da customização, que se tornou um diferencial significativo ao oferecer qualidade, design e um serviço que excede as expectativas dos clientes. “A customização atende a um nível mais elevado de exigência, trazendo soluções personalizadas para cada cliente”, explica.Ela também ressalta o papel vital da tecnologia na melhoria da experiência do cliente no setor da construção civil. “Nossa empresa utiliza decorações de alta qualidade e realismo, em ambientes tanto físicos quanto digitais, para criar experiências imersivas e sensoriais”, diz. Como exemplo, ela menciona o decorado do Auro Consciente, que inclui uma automação de cenários como a abertura de cortinas e a ativação de uma cascata na piscina, criando uma atmosfera acolhedora."

A arquitetura do hoje e do futuro

Autora: Susana Clark Fiuza

Fonte: 


Inteligência artificial e o mercado

A ascensão da inteligência artificial redefine como concebemos e construímos espaços urbanos. Avançando para 2050, esperamos que esses avanços tecnológicos impactem todas as áreas da vida, oferecendo soluções inovadoras para desafios como mudanças climáticas e dificuldades no acesso à moradia. Profissionais de arquitetura e design exploram ativamente como a IA revolucionará suas abordagens. Ela surge como parceira crucial na construção de cidades mais eficientes, prometendo redefinir deslocamento, trabalho e interação em futuras metrópoles de maneira inovadora e transformadora.

A construção civil enfrenta uma transformação radical impulsionada pela inteligência artificial. Previsões indicam robôs construindo estruturas complexas, drones inspecionando obras e exoesqueletos robóticos reduzindo riscos de acidentes. Essa mudança levanta questões ideológicas sobre a perda do conhecimento humano na construção. Ao aspirarmos a um futuro promissor, a inteligência artificial se torna uma aliada poderosa na redefinição da arquitetura e na melhoria contínua da qualidade de vida.

Tecnologia e conforto

A integração da tecnologia na arquitetura e interiores está em progressivo crescimento, trazendo conforto e modernidade a diversos espaços. Sistemas inteligentes de iluminação, climatização e segurança se adaptam automaticamente, proporcionando eficiência energética. Nos interiores, dispositivos como assistentes virtuais, automação residencial e sistemas de entretenimento integrados que oferecem controle total sobre o ambiente doméstico, promovendo um estilo de vida contemporâneo e sofisticado. 

A tecnologia contribui para o conforto do lar, permitindo ajustes personalizados na iluminação e temperatura. Sofás automatizados também trazem a tecnologia em prol da inovação, oferecendo ajustes ergonômicos, sistemas de massagem e conectividade, elevando o conforto e a sofisticação na vida moderna. Assim, a evolução constante desses elementos tecnológicos nos leva a explorar possibilidades ilimitadas, criando lares verdadeiramente contemporâneos, onde o conforto se entrelaça de maneira única com a modernidade, enriquecendo as experiências diárias, transformando nossos lares em refúgios de conforto e sofisticação.

A inovação nos materiais

Na arquitetura contemporânea, inovar vai além da automação, explorando materiais como vidro e alumínio. O vidro, ao proporcionar transparência e luminosidade, conecta o interior e o exterior, maximizando a entrada de luz natural e criando ambientes expansivos. O alumínio, pela sua versatilidade, possibilita estruturas elegantes e eficientes, adaptáveis a diversos estilos de projetos residenciais e corporativos. A verdadeira inovação surge da fusão do conhecimento profundo desses materiais com a compreensão aguçada das tendências contemporâneas. Essa combinação resulta em uma diversidade surpreendente de produtos que se adaptam a diferentes estilos arquitetônicos.

Automação residencial: imóveis modernos reúnem praticidade e charme no décor

 Fonte:


Arquiteta Patricia Penna revela quais são os cômodos onde a automação é mais pedida e indica maneiras de usufruir da tecnologia com praticidade

É inevitável que, com os avanços da tecnologia, nossas residências se tornem lugares cada vez mais automatizados e que muitas soluções estejam ao alcance da mão ou de um aplicativo no celular. Desde recursos simples, como um portão eletrônico ou mesmo uma assistente virtual para tocar música ou ligar as luzes, já configura essa nova realidade de casas onde a tecnologia se faz presente em ações cotidianas.

Porém, mesmo com as facilidades provenientes da tecnologia, muitas pessoas possuem dúvidas sobre a aplicação prática da automação e principalmente, em como fazer isso de maneira eficiente e otimizada.

Confira, a seguir, uma série de orientações, dicas e projetos, onde a automação se inseriu em espaços residenciais com maestria e elegância, através de projetos executados pela arquiteta Patricia Penna:

Os ambientes mais pedidos

Segundo a profissional, os ambientes mais procurados para automação são os setores sociais, normalmente englobando os livings e as áreas gourmets. Esses ambientes recebem visitantes e são, também, lugar de convívio dos moradores, concentrando funções diversas de uso e equipamentos: aparelhos de som e imagem, eletrodomésticos, bares e adegas. Assim, alguns desses aparatos podem ganhar automatização para deixar os momentos de reunião e celebração mais práticos e confortáveis. “Áudio e vídeo são prioridade nos setores sociais, bem como iluminação, ar condicionado e persianas”, destaca Patricia.

Além disso, as suítes também são muito pedidas quando o assunto é automação. “Já nos quartos, iluminação, ar condicionado e persianas são prioridades”, completa a arquiteta que possui vasta experiência em deixar os dormitórios o mais confortável possível.

Inúmeras possibilidades

Outra questão recorrente quando o assunto é automação refere-se à instalação dos aparatos: “são muito invasivos?”; “É necessário uma reforma? ”

Primeiramente, para entender o tipo de intervenção que será necessária é preciso analisar o nível de automação que será feita. “Se estivermos falando de lâmpadas e tomadas inteligentes, sonorização com soundbar ou semelhantes, as intervenções são bem diminutas e relativamente simples, consistindo basicamente na troca de tomadas, lâmpadas e aquisição de um assistente de voz e aplicativos próprios para o controle do sistema”, detalha Penna.

Uso diário como indicativo

Para quem está analisando sobre quais setores ou ambientes da casa automatizar, a profissional orienta que seja avaliado o dia-a-dia, sobre quais funções do cotidiano a implementação poderá trazer facilidades. “Seguindo a lógica do uso diário, é possível traçar quais seriam as prioridades para aquele imóvel”, orienta Patricia.

Porém, projetos que contemplem itens como sonorização ambiente, vídeo, aspiração central, piso aquecido, ar condicionado, persianas, toldos, entre outros, demandam intervenções mais invasivas e precisam ser executadas por uma empresa especializada e por profissionais habilitados.


Para ter acesso ao artigo original, clique aqui

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