Pesquisa mostra que o desejo por casas inteligentes está em alta no país

Os anseios por residências automatizadas e mais práticas estão cada vez mais fortes. E o que antes parte apenas de filmes e desenhos animados, hoje é prioridade na lista de desejos do brasileiro. 

Em março de 2022, a Datafolha divulgou o censo de moradia QuintoAndar, pesquisa realizada em parceria com a empresa de compra e aluguel de imóveis. O estudo, que tem como objetivo traçar uma panorama nacional, descobriu que o desejo por soluções tecnológicas conectadas à sustentabilidade, conforto e segurança está em alta no Brasil. 

Mas, o que significa uma casa inteligente?

Em primeiro lugar, o conceito não está ligado apenas a casas administradas por robôs onde tarefas cotidianas deixaram de existir. Basicamente, pode-se dizer que sim, uma casa inteligente é um imóvel que reúne inúmeros dispositivos conectados à internet. Geladeira, televisão, lâmpadas etc. Os aparelhos, aos poucos, passam a dialogar entre si e essa integração traz praticidade e segurança aos moradores.

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Com dados de moradores, cidade inteligente toma forma na Coreia do Sul


As luzes se acendem e uma voz calma avisa que é hora de acordar e esticar o corpo. Não, não é nenhum colega de quarto, e sim o sistema inteligente da casa. Ele acompanhou como foram as horas de sono do morador e viu que o dia terá muito sol, então logo recomenda um café da manhã com suco de laranja e uma opção de roupas frescas.

Qualquer informação pode ser encontrado dentro do espelho do lar; toda tecnologia, monitorada por um tablet da Samsung e, o morador, acompanhado por um smartwatch conectado às duas tecnologias. É essa a realidade que a Eco Delta Smart City está criando em Busan, na Coreia do Sul.

Para construir uma cidade inteligente do zero, 54 famílias diferentes consentiram oferecer todos os seus dados, desde frequência cardíaca até volume de lixo produzido, dentro de uma casa inteligente onde vão morar pelos próximos três anos.

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6 dicas para ter uma casa conectada em 2022

 
Ainda em crescimento no mercado brasileiro, moradias cada vez mais conectadas se diferenciam por sua proposta de automatização das atividades domésticas. Com o auxílio de dispositivos conectados ao Wi-Fi, como Smart TVs, assistentes de voz, lâmpadas e tomadas inteligentes, os moradores podem facilmente comandar à distância, ou por comando de voz, ações que vão desde o acender uma lâmpada, ao abrir a porta de entrada ou ativar o robô aspirador.

Dados divulgados pela Statista, agência alemã de pesquisa de mercado, projetam que o mercado de casas inteligentes atinja globalmente a cifra de US$ 175,75 bilhões em 2025. Para o Brasil, a projeção é de US$ 2,2 bilhões.

A expectativa é de que, em breve, os sistemas de automação residencial serão mais acessíveis e estarão em mais lares brasileiros. "A união dos componentes de tecnologia, automação, inteligência digital e sustentabilidade estará cada vez mais presente tanto no ambiente industrial quanto no residencial e predial.

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Um novo espaço criado para mostrar produtos e soluções em Automação Residencial


A feira Expo Revestir a partir da edição de 2023 vai contar um novo espaço destinado a expor e demonstrar produtos e soluções de Automação Residencial, além de promover debates e apresentações sobre o tema! 

O lançamento da Haus Decor aconteceu no dia 10 de março durante a edição anual da Expo Revestir. Além da Automação Residencial, a nova área vai também incluir os segmentos de Tintas e Vernizes e Iluminação.

Mais informações estão em https://bit.ly/3CMsEwN 

Casa automatizada: você ainda vai ter uma

 
Por Anelisa Lopes

Nasci nos anos 80, época em que tinha de assoprar fita de video game para voltar a funcionar, sacudir a antena da televisão para deixar a imagem mais nítida e que telefone sem fio era artigo de luxo comprado no Paraguai. De lá para cá, a tecnologia deu um salto tão grande que é impossível para meus filhos entenderem que não tinha celular. Eu, no entanto, continuo um tanto quanto analógica, mas, aos poucos já me rendendo às facilidades da automação.

A primeira vez que tive contato com uma casa inteligente foi em alguma edição da CasaCor, acho que de uns sete anos atrás. O ambiente era uma cozinha – que mais lembrava um escritório – com eletrodomésticos que conversavam com o dono. “Isso é o futuro”, explicou a representante da arquiteta. Eu que nada entendia, tecnicamente, de design de interiores na época, pensei num futuro de uns 20 anos para frente.

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