Pesquisa aponta que 11% dos lares no país terão um assistente de voz até 2025

 

A pandemia levou famílias brasileiras a ampliar o uso de uma nova tecnologia bem particular: os alto-falantes inteligentes, ou "smart speakers", como são conhecidos em inglês. As assistentes virtuais acopladas às caixinhas de som passaram a cumprir funções básicas dentro de casa. Entreter com seleções de músicas, ligar e desligar as luzes, trancar portas, explicar como fazer pequenos consertos, além de avisar sobre as condições climáticas, informar as horas e ajudar a fazer a lista de compras.

 “O confinamento forçado fez com que as pessoas olhassem mais para casa, o que incentivou a adoção de novas tecnologias que ajudassem no dia a dia”, diz José Muratori, diretor da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial). Segundo Muratori, também pesaram a favor do equipamento os recentes lançamentos. Há novas versões mais eficientes e sofisticadas e também mais baratas. É possível encontrar dispositivos à venda na internet a partir de R$ 199

 Segundo uma pesquisa da consultoria alemã Statista, o mercado brasileiro de altofalantes inteligentes e gadgets para automatizar a casa têm potencial para crescer até 23% até 2025.

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