As tendências habitacionais que a pandemia gerou

Algumas tendências habitacionais que vinham sendo implantadas gradativamente sofreram uma aceleração devido à pandemia. Um novo formato de enxergar o lar proporcionou ressignificações e utilização de modelos que atendam as necessidades dos moradores, desde as individuais até coletivas.

Além de buscarem mais conforto em suas casas devido à pandemia, de acordo com a arquiteta Jackeline Pacco, o mercado de construção civil tem se mostrado muito promissor. ''Diante desse cenário, as obras estão a todo vapor para atender os clientes, tanto para reformas quanto para início de obras. Hoje a área de construção civil está mega-aquecida'', pontua.

Entre as tendências residenciais antecipadas estão aquelas que proporcionam integração entre os ambientes comuns e promovem bem-estar nos espaços privados. Tendências que, segundo o arquiteto e urbanista Francisco Jianjulio, se devem ao fato de as residências estarem cada vez mais sendo vistas e preparadas para uso comum de todos os seus moradores.

''Neste momento, se tornou local de uso constante, proporcionando uma nova visão e necessidades no seu uso diário, ao mesmo tempo que espaços estão sendo integrados, os (ambientes) privados passam a ser mais valorizados'', diz o arquiteto e urbanista.
Muitas dessas mudanças já vinham sido implantadas gradativamente, segundo Francisco, ''devido à mudança na forma de habitar e pensar o espaço residencial.''

A arquiteta de interiores Stephanie Guidotti acredita que devido à permanência integral das pessoas em suas próprias casas, cada um foi observando suas necessidades. ''Uns sentiam falta de contato com a natureza, então optaram por uma casa com jardim ou apartamento com varanda. Outros já priorizam um ambiente exclusivo para home office, onde conseguem ficar isolados da rotina da residência'', conta.

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