Apartamentos inteligentes deixam de ser exclusividade do alto padrão.


Com a popularização e a diminuição dos custos da tecnologia, os chamados prédios inteligentes, antes restritos ao alto padrão, ganham versões voltadas para a classe média.

Administradores de condomínios e moradores desembolsam hoje 50% menos do que pagavam há cinco anos por equipamentos e instalações, de acordo com José Roberto Muratori, diretor executivo da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial).

O aumento da oferta e da concorrência no setor também explica o barateamento da tecnologia: o número de fabricantes associados na Aureside aumentou de 15, em 2008, para 60 em 2019.

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